sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

g uilherme diz (03:01):
*Sabe, eu tô meio pra baixo mas depois que passa eu sempre fico pensando a respeito. Na realidade não importa quantas vezes isso aconteça, o que importa é o resultado final. Sempre tiramos alguma coisa do 'sofrimento' que nos fortalece e nos leva pra outro patamar de amadurecimento. Quando for necessário que usemos nossos "escudos" novamente ele vai estar mais forte, vai aguentar mais o "tranco", a partir daí descobrimos que é essa a nossa função aqui sabe, se nao for para se apaixonar vai ser pra que? Trabalhar? Estudar? Não Não, porque ambas são metas que colocamos na vida. O que nós temos e não foi imposto como uma meta é o bendito do amor. Afinal "Amor é um contentamento descontente..."

Trecho da conversa com o Vini que eu nem conheço ainda. Mas pretendo conheçer.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

mas uma vez eu olho pra tela e não sei o que escrever.
do nada vem aquela frase que eu não sei o autor "beleza não se poe na mesa"
como de fato, a cada dia que passa eu percebo que é realmente verdade. a maioria das pessoas com que eu me relacionei - e me dei bem - são pessoas comuns, sem glamour nenhum, simples, porém essenciais. já tive oportunidade de ter contato com pessoas lindas, com uma cabeça do tamanho de uma pulga, e outras lindas por dentro e por fora.
a questão é simples, focar no que vc quer pra vc, como vc quer se sentir perto de uma pessoa. só que beleza, certamente não vai alimentar se coração, sua carência. ela pode até dar uma tapiada, mas um hora outra a máscara vai cair e ai vc percebe a burrada que fez.
hoje eu tenho convicção de que primeiro eu tenho que me amar, encontrar a beleza que existe em mim e valorizar a mesma, afinal, acima de qualquer outra beleza a que existe em nós mesmos é a com maior capacidade para sanar alguma ausência pertubadora proveniente de carencia afetiva.